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Jerusalém, A Cidade de Deus

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Todos nestes dias finais querem Jerusalém, não somente o Vaticano, mas principalmente os islamitas. Para quem não conhece a Bíblia, isto é algo muito estranho e incompreensível, mas o que Deus disse através do profeta Zacarias no capítulo 12, versículo 2?
 
"Porei a Jerusalém como um copo de atordoamento para todos os povos em redor".  Zacarias 12.2

         E quando ele falou isso a respeito de Jerusalém, ali estava tudo completamente arrasado e destroçado.
         Mas a verdade é que não há outra cidade na face da terra como Jerusalém.  Há muitas cidades conhecidas por seu tamanho, seu clima e beleza, suas atrações turísticas, ou ainda por sua força industrial.  Mas nenhuma delas se compara em majestade a Jerusalém.
         Por quê?  Porque Jerusalém é a cidade de Deus, a capital da nação que Deus criou por sua palavra e com a qual Ele mais tarde estabeleceu um laço eterno, um pacto de sangue incondicional.
         Jerusalém é a cidade que Deus escolheu para a sua habitação:
 
"Mas escolhi Jerusalém para que ali seja estabelecido o meu nome, nela, estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias" (2Crônicas 6.6; 7.6). 

         O rei Davi, o homem segundo o coração de Deus, o homem que expulsou os jebuseus de Jerusalém, nela reinou por muitos anos. Como já frisamos em outras mensagem sobre o assunto em pauta, não há uma só passagem no livro sagrado dos islamitas, o Alcorão, a respeito de Jerusalém.  Mas veja só esta passagem bíblica digna de toda a aceitação: 
 
"Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado, na cidade do nosso Deus.  Seu santo monte, belo e sobranceiro, é a alegria de toda a terra; o monte Sião, para os lados do Norte, a cidade do grande Rei.  Como temos ouvido dizer, assim o vimos na cidade do SENHOR dos Exércitos, na cidade do nosso Deus.  Deus a estabeleceu para sempre" (Salmo 48.1-2,8).

         A palavra mais apaixonada da Bíblia a respeito de Jerusalém foi escrita por Davi:
 
"Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria" (Salmo 137.5-6).

         Vamos tentar aqui analisar um pouco estas palavras de Davi, que era músico e cantor. Com isto, ele estava dizendo que, caso se esquecesse de Jerusalém e dos propósitos de Deus para aquela cidade, ele preferia que sua mão direita não tivesse mais condições de tocar a sua harpa - uma das coisas mais preciosas para ele - e que não pudesse mais abrir sua boca para cantar.  Um músico que não pode tocar e um cantor incapaz de cantar são pessoas que perderam o propósito da vida.  Do mesmo modo, o homem que se esquecesse de Jerusalém, coração e alma de Israel, não tem razão para continuar vivendo.
         Jerusalém, Jerusalém, tu és um monumento à fidelidade de Deus.
 
"Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se abala, firme para sempre. Como em redor de Jerusalém estão os montes, assim o SENHOR, em derredor do seu povo, desde agora e para sempre" (Salmo 125.1-2).

         Jerusalém é um testemunho vivo a todos os crentes em Jesus de que não pode ser abalada pelas tempestades da vida, pois está abrigada nos braços de Deus, assim como Israel está protegido pelos montes.
         Todavia, a despeito das promessas de proteção feitas por Deus, haverá ainda uma guerra em Jerusalém.  Desde seu início Jerusalém tem sido uma cidade de conflito e controvérsia.  Jerusalém foi conquitada e reconquistada quarenta e oito vezes. Seu nome é mencionado na Bíblia oitocentos e onze vezes.  Em nossa geração, a cidade do grande Rei Jesus, que estava dividida entre judeus e jordanianos, foi conquistada pelas forças de defesa israelenses na guerra dos Seis Dias, sendo, assim, unificada (apesar dos protestos árabes e do Vaticano, e de quase todo o mundo, diga-se de passagem).  Pela primeira vez, em dois mil anos, os judeus de todo o mundo puderam ir ao Muro Ocidental para orar (com choro compulsivo de muitos soldados judeus que pisavam ali pela primeira vez na vida).
         Vamos raciocinar um pouquinho: se Deus criou Israel por Sua palavra, se Deus jurou defender Israel e se Deus escolheu Jerusalém como sua habitação na terra, contra quem estão lutando os que desejam destruir (riscar do mapa) Israel?   Claro, contra o próprio Deus.
         Mas sabe o que Ele diz?  - 
 
"...eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém... Então, sairá o SENHOR e pelejará contra essas nações"  (Zacarias 14.2-3).

         Como não podia deixar de acontecer, Deus vai defender sua habitação na terra.
         E o que vai acontecer com essas nações?  -
 
  "...o SENHOR ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém; a sua carne se apodrecerá, estando eles de pé, apodrecer-lhes-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca" (Zacarias 14.12).

         Certamente isto será um ataque nuclear, o qual gera um calor de um milhão de graus Celsius em menos de um segundo. O efeito devastador é tão horrível que línguas e olhos se dissolvem antes mesmo dos corpos caírem no chão.
         Qual será a capital do Milênio?  Vaticano ou Meca?  Washington ou Moscou?
         Jerusalém será o centro do universo durante o reino milenário.
 
"Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorar o Rei, o SENHOR dos Exércitos". (Zacarias 14.16).

         É em Jerusalém que o Senhor Jesus Cristo estabelecerá o seu trono, quando retornar à Terra.  Reis, raínhas, presidentes, primeiro-ministros, todos os cabeças das nações virão à Cidade Santa
 
"para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo de terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para a glória de Deus Pai" (Filipenses 2.10-11).

         Afinal de contas, por que tanta disputa por Jerusalém?
         Porque Jerusalém, amigo, é a cidade de Deus.
 
 
 
 
 
fonte:http://www.estudosgospel.com.br
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